Lili D'Avila

Lili D'Avila

terça-feira, 21 de julho de 2015

EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA DO SEMEADOR



Eis que o semeador saiu a semear.
E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na.
Outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz.
Outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na.
E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta.
(...)
Escutai vós, pois, a parábola do semeador.

Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho.
"O ouvinte não percebe que a mensagem transmitida tem a ver com sua vida. Então outros assuntos simplesmente apagam da sua memória aquilo que ouviu. No dia seguinte já não existe nenhum vestígio da mensagem dentro de dele!"

O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende;
"O ouvinte entende a mensagem e até se identifica com ela. No entanto qualquer outro assunto o faz deixar de meditar sobre a mensagem ouvida e assim ela cai no esquecimento. Ou até mesmo outras pessoas que não tiveram o coração sensível à mensagem o convidam a ignorá-la."

E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
"O ouvinte gosta da mensagem, no entanto as preocupações diárias gritam mais alto dentro dele. Ele não pode desperdiçar seu precioso tempo para meditar sobre a mensagem porque tem que trabalhar, cuidar de sua família, etc."

Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.
"O ouvinte gosta da mensagem e entende a reflexão, consegue perceber áreas de sua vida que se identificam com a narração. E a partir disso busca meditar nela e no ensino que transmite. E o mais importante, não deixa que a mensagem fique somente no abstrato do pensamento. Ele passa a praticar aquilo que a mensagem sugere para que a sua vida melhore, e logo percebe que vale a pena não só prestar atenção na mensagem, mas exercitar com boa vontade uma mudança real na sua vida. Dessa forma ainda passa a transmitir e influenciar a outros a essência da mensagem através das suas atitudes, comportamentos e determinações. Passa a dar frutos!"
Mateus 13:3-23


COMO ENSINAR A UMA CRIANÇA:


“Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas.Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música.Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes”.
Rubem Alves

Educar...



“Educar é semear com sabedoria e 

colher com paciência.”

Augusto Cury


sábado, 18 de julho de 2015

Maleta Mágica

Para entrar no mundo da imaginação e mergulhar nos mistérios que uma história nos traz:

A “Maleta Mágica”!!!


A FORÇA DA HISTÓRIA



A força da história é tamanha que narrador e ouvintes caminham juntos na trilha do enredo e ocorre uma vibração recíproca de sensibilidades, a ponto de diluir-se o ambiente real ante a magia da palavra que comove e enleva.


COELHO, Betty.Contar Histórias: uma arte sem idade. São Paulo. Editora Ática. 2006, p.11.