A PARABOLA DO SEMEADOR
"O
semeador saiu a semear.
Enquanto
lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a
comeram.
Parte
dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra; e logo brotou,
porque a terra não era profunda.
Mas
quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz.
Outra
parte caiu entre espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas.
Outra
ainda caiu em boa terra, deu boa colheita, a cem, sessenta e trinta por um.
(...)
"Portanto,
ouçam o que significa a parábola do semeador:
Quando
alguém ouve a mensagem e não a entende, “outros pensamentos” (o maligno) vem e
lhe arranca o que foi semeado em seu coração. Este é o que foi semeado à beira
do caminho.
Quanto ao
que foi semeado em terreno pedregoso, este é aquele que ouve a palavra e logo a
recebe com alegria.
Todavia,
visto que não tem raiz em si mesmo, permanece por pouco tempo. Quando surge
alguma tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo a abandona.
Quanto ao
que foi semeado entre os espinhos, este é aquele que ouve a palavra, mas a
preocupação desta vida e o engano das riquezas a sufocam, tornando-a
infrutífera.
E,
finalmente, o que foi semeado em boa terra: este é aquele que ouve a palavra e
a entende, e dá uma colheita de cem, sessenta e trinta por um".
Mateus
13:3-23
Toda história tem um fundo de verdade, uma
lição de moral, como as fabulas que foram criadas desde a Grécia Antiga.
Por isso eu pergunto: As histórias que
ouvimos e contamos tem causado o efeito pelo qual vieram existir?
Então me lembrei de uma das histórias daquele
que considero o MAIOR contador de histórias, Jesus. Conhecida como “A Parábola
do Semeador”, ela esclarece o que acontece com as histórias quando essas são
lançadas nos corações dos ouvintes. Podendo ser esquecida facilmente ou
destruída por uma vida de correrias sufocantes, nossas histórias se perdem.
Enquanto em nossos intimo queremos que venham cair em um coração fértil para
assim cumprir à que veio, seja uma simples animação, uma profunda lição de
moral ou um despertamento diante da dura realidade que nos cerca.
Como está o meu coração quando ouço as
histórias? Como está o seu coração?
O contador de histórias, assim como o
educador precisa ter a terra fértil imperando em seu interior. Dessa maneira
tudo que é lindo e produtivo que nós ouvirmos será frutificado para então
podermos distribuir aos ouvintes que surgirem em nosso longo caminho!
Por isso pergunto mais uma vez:
- Como está o seu coração???


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